Maria Crocifissa Costantini
Faustina Geltrude Costantini (1713-1787), que na vida religiosa adotou o nome de madre Maria Crocifissa de Jesus, é a cofundadora das Monjas Passionistas. Sob a direção espiritual de São Paulo da Cruz, ela estabeleceu o primeiro mosteiro da ordem em Tarquinia.
Seus contemporâneos
Figuras e referências situadas em torno do período normalizado desta ficha.
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Biografia
Nascimento, juventude e entrada na vida religiosa de Faustina Geltrude Costantini em Corneto.
Faustina Geltrude Costantini nasceu em 18 de agosto de 1713 em Corneto (hoje Tarquinia), na Itália. Proveniente de uma família nobre e abastada, ela era a sétima de doze filhos. Nascida prematuramente e muito frágil, sobreviveu, no entanto. Após estudar com as Mestras Pias, sentiu o chamado religioso aos 14 anos. Com a morte de sua mãe, administrou a casa da família antes de entrar, em 1733, no mosteiro beneditino de Santa Lucia em Corneto, onde recebeu o nome de irmã Maria Candida Crocifissa.
Vida e obra
O encontro com São Paulo da Cruz e a fundação das Monjas Passionistas.
Em 1735, ela conhece o sacerdote missionário Paolo Danei (São Paulo da Cruz), que se torna seu diretor espiritual. Em 1741, recebe uma revelação convidando-a a cooperar na fundação de um ramo feminino contemplativo. Graças ao apoio financeiro de sua família, o primeiro mosteiro das monjas passionistas é erguido em Tarquinia. Em 1771, ela deixa as beneditinas para fundar o mosteiro da Apresentação de Maria ao Templo, tornando-se Madre Maria Crocifissa de Jesus, primeira superiora da comunidade.
Caminho para a santidade
Uma vida de contemplação, penitência e oferta diante da doença.
Madre Maria Crocifissa leva uma vida de intensa contemplação e rigorosa penitência em Tarquinia, oferecendo-se pela conversão dos pecadores. Agraciada com graças místicas e visões, ela suporta graves sofrimentos físicos no fim de sua vida, notadamente um câncer. Ela falece santamente durante a noite de 15 para 16 de novembro de 1787, aos 74 anos de idade.
Beatificação e canonização
O processo de reconhecimento de suas virtudes heroicas pela Igreja.
O processo informativo para sua beatificação foi aberto em 29 de outubro de 1924 sob o impulso do padre Silvio di San Bernardo. Em 17 de novembro de 1982, o decreto sobre a heroicidade de suas virtudes foi lido diante do Papa João Paulo II, que a declarou oficialmente venerável por decreto em 17 de dezembro de 1982.
Espiritualidade e legado
A memória da Paixão e a expansão mundial das Monjas Passionistas.
A espiritualidade de Maria Crocifissa Costantini é centrada na Memoria Passionis. Para ela, a meditação dos sofrimentos de Cristo é um bálsamo que suaviza toda dor. Como cofundadora das Monjas Passionistas, ela estabeleceu as bases de uma vida contemplativa que se estendeu, posteriormente, de Tarquinia para a França (Mamers) e, em seguida, para o mundo inteiro.
Perguntas frequentes sobre Maria Crocifissa Costantini
Quem foi Maria Crocifissa Costantini?
Faustina Geltrude Costantini (1713-1787), que na vida religiosa adotou o nome de madre Maria Crocifissa de Jesus, é a cofundadora das Monjas Passionistas. Sob a direção espiritual de São Paulo da Cruz, ela estabeleceu o primeiro mosteiro da ordem em Tarquinia.
Quais santos foram contemporâneos de Maria Crocifissa Costantini?
Entre seus contemporâneos figuram: Venerável Inês de Jesus, Beata Maria Ana de Jesus, Santo Afonso Maria de Ligório e Santa Maria Francisca das Cinco Chagas de Jesus.
Quando Maria Crocifissa Costantini morreu?
Maria Crocifissa Costantini morreu por volta de 1713.
Quais são os outros nomes de Maria Crocifissa Costantini?
Outras formas do nome: Faustina Geltrude Costantini, Maria Candida Crocifissa, Donna Maria Candida Crocifissa e Maria Crocifissa di Gesù.
Quem são os familiares de Maria Crocifissa Costantini?
Familiares de Maria Crocifissa Costantini: Antonio Costantini (pai), Girolama Falcioni (mãe), Domenico Costantini (irmão), Lucia Cascioli (cunhada) e Nicola Costantini (irmão).
Anexos & entidades relacionadas
Dados estruturados para exploração: eventos, milagres, citações, lugares, atributos, padroados e entidades importantes citadas no texto.
Eventos marcantes
- Época / morte: 1713-1787
- Decreto de venerabilidade por João Paulo II